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4 de novembro de 2011

3 de novembro de 2011

Fotografia do dia (03/11)

Trabalhador faz ajustes em poste de eletricidade na cidade de Anqing, China - China Daily/Reuters

Abraço
Thiago Borba
@borbathiagooo

Fotógrafo se arrisca em busca de close up de ursos.

Bom dia!
Com certeza uma grande reportagem para essa Quinta, um trabalho sensacional e muito arriscado, confere aí!          

           O russo Igor Gushchin não poupa esforços para conseguir os melhores cliques de ursos selvagens.
          O fotógrafo de 52 anos se arrisca para chegar perto dos animais.Os ursos parecem estar à vontade nas fotografias, feitas no parque natural Kronotsky, na Rússia.

Gushchin não usa qualquer tipo de proteção para fotografar os ursos (Foto: Igor Gushchin/Caters)

          'É impossível eliminar o risco de ficar tão perto de ursos selvagens. Eu não recomendaria a ninguém tentar e repetir essa experiência', diz o fotógrafo.
Gushchin e um fotógrafo assistente ficam a poucos metros dos animais.

Em uma das fotos, um dos ursos da espécie Kamchatka chega a encostar o focinho na lente da câmera.
Um dos animais chega a encostar na lente do fotógrafo (Foto: Igor Gushchin/Caters)

             'Eu esperava fazer alguns cliques de ursos caçando peixes no lago, mas nunca pensei que um deles se aproximaria tanto assim de mim', diz.
            Gushchin fotografa animais selvagens desde 2005. Os ursos fotografados por ele, no entanto, quase entraram em extinção anos atrás.

Igor Gushchin e seu assistente se arriscam bem perto dos animais (Foto: Igor Gushchin/Caters)


Abraço
Thiago Borba
@borbathiagooo

2 de novembro de 2011

Fotografia do dia (02/11)

Trabalhador limpa ruas do centro de Roma, Itália - Filippo Monteforte/AFP

Abraço
Thiago Borba
@borbathiagooo

Câmeras poderão focalizar objetos na mesma velocidade que o olho humano.




          Fixe seus olhos neste texto. Agora, vire a cabeça para o lado rapidamente e focalize algum objeto que está perto de você. Se você tivesse feito o mesmo com uma câmera na mão, veria que a velocidade com que o foco é ajustado no olho, é muito maior do que a apresentada pela câmera.
         O olho humano é veloz e faz com que as imagens sejam percebidas com perfeição, pois calcula as distâncias instantaneamente. Dois pesquisadores da Universidade de Nova York estão planejando levar a mesma velocidade até as câmeras digitais. Para isso, estão criando um algoritmo baseado em informações de alteração de foco, cores e luminosidade, sempre relacionadas à distância do foco.
        Quando esse algoritmo estiver pronto, alguns testes indicarão se é viável aplicar a configuração às câmeras digitais para que, sempre que os usuários apontarem a câmera em determinada direção, as lentes se ajustem em frações de segundo para capturarem as melhores imagens.


Abraço
Thiago Borba
@borbathiagooo